Avancer vite, en espérant que les contestataires battent en retraite. C'est le pari de José Socrates sur le futur traité européen.
Le Premier ministre portugais, président en exercice de l'UE, a présenté son programme au Parlement européen.
Ce que l'on retient, c'est la volonté de boucler le traité au sommet de la mi-octobre. Coup d'envoi du marathon : le 23 juillet, lorsque s'ouvrira la Conférence intergouvernementale. Une CIG sur laquelle plane l'ombre de la Pologne, qui a menacé de rouvrir le débat sur le vote à la majorité.
"A mes yeux, le compromis qui a été conclu à la dernière minute avec la Pologne est très clair. Il est clair pour moi et il est clair pour les autres Etats-membres. Et une fois encore, je ne m'attends à aucun problème que ce soit avec la Pologne ou avec d'autres Etats-membres", a asséné José Socrates.
Fin juin, les Vingt-Sept se sont mis d'accord sur l'ossature du texte, après avoir accordé des concessions à la Pologne et au Royaume-Uni.
Tout en regrettant les dérogations concédées à Londres, le Parlement européen a donné son feu vert à la CIG, à laquelle trois de ses élus participeront.
http://www.euronews.fr/index.php?page=europa&article=432363&lng=2
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Portugal não teme Polónia nas negociações do tratado reformador
É a um ritmo rápido que o primeiro-ministro português quer avançar com o tratado reformador da União Europeia. Foi isso que José Sócrates, que assume a presidência rotativa da União até Dezembro, foi dizer aos deputados do Parlamento Europeu.
A agenda portuguesa é clara: abrir a Conferência Intergovernamental no próximo dia 23 e chegar um acordo sobre o futuro texto na cimeira de Outono. E Sócrates não quer nem ouvir falar nos problemas que a Polónia possa, eventualmente, levantar.
"Para mim, o compromisso alcançado com a Polónia, nos últimos minutos da Cimeira é muito claro. É claro para mim e é claro para todos os Estados membros. E, repito, não espero nenhum problema com a Polónia nem com nenhum outro Estado membro", afirmou.
Perante o Parlamento Europeu, onde apresentou as prioridades da presidência portuguesa da União, Sócrates comprometeu-se a não rediscutir o texto do futuro tratado. "O nosso mandato não é para alterar o mandato. O nosso mandato é transformar este mandato num Tratado", afirmou.
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